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domingo, 11 de janeiro de 2015

Lema para 2015: Novas Atitudes!


A vida vai nos ensinando que é fato que não conseguiremos resultados diferentes com as mesmas táticas (fracassadas) de sempre.
Como quero várias coisas diferentes para 2015, em vários campos da minha vida, resolvi colocar em prática "de verdade" essa questão das novas atitudes.

Quando falo "colocar em prática de verdade", penso em atitudes conscientes, em planejamento, estudo das situações e tomada concreta de decisões (administrador adora isso rsrs).
Se existem tantas técnicas profissionais e comprovadas para a área de negócios, por que não pensar assim também na área pessoal do bem-estar geral, da qualidade de vida em todos os sentidos?
Sim, isso pode e deve ser feito! Assim, diminuímos os riscos (gestão de riscos rs) de passar mais um ano insatisfeitos, apenas sonhando (ou sem sonhos), reclamando de determinadas situações, terceirizando a culpa e com o resultado concreto de fracasso.
Quando falo em atitudes novas, não me refiro a grandes feitos, mas a pequenas ações. E aí cada um sabe (lá no fundo, todo mundo sabe) o que pode ser feito.
O mais difícil é dar o primeiro passo, vencer velhas crenças, perder certos medos, sair da conformidade.
Para isso sim é necessário ser determinado. Eu quero isso -> para conseguir "isso", tenho que fazer "tal e tal"... -> então, se eu realmente quero "isso", eu vou fazer! Pronto!
E essas novas atitudes devem ser generalizadas, pois, quanto melhor estamos conosco, mais coisas boas vamos atraindo. Isso não tem a ver com misticismo ou religião, é simplesmente uma lei da vida, quer você acredite ou não.
Com bom senso (é claro),  experimente novos caminhos, outros sabores, faça novas amizades, quebre paradigmas, pare de reclamar, procure algo de bom nos seus "inimigos", realize um sonho de infância...
Eu sempre quis aprender a andar de patins, já tinha até comprado, faltava começar. Então os caminhos foram se abrindo... "Consegui" uma amiga que também tinha a vontade, um professor bacana e dedicado e, de quebra, um grupo muito legal.
Ontem (sábado) foi a primeira aula. Confesso que eu poderia não ter ido, afinal a semana não foi muito boa e eu estava com várias coisas para resolver. Porém, lembrei-me das novas atitudes, coloquei-me em primeiro lugar e fui. E foi a melhor coisa que eu fiz por mim. Conheci novas pessoas, dei risada, conheci um lugar novo e agradável na minha cidade (antigo, mas eu nunca tinha ido), arejei a mente, pensei em coisas totalmente diferentes, conversei assuntos totalmente diferentes, tive de me concentrar para aprender, enfim, foi tudo de bom para o corpo (patinação é um esporte bem completo) e para a mente.
Eu saí de lá bem melhor do que cheguei e com a sensação de dever cumprido, um compromisso meu comigo mesma. Com certeza, meu dia foi melhor, eu fui melhor com quem passou por mim.
Então é isso! Novas atitudes, pequenas atitudes todos os dias e, no final, resultados diferentes!
Esse foi só um exemplo das muitas oportunidades que passam por nós todos os dias. Basta que estejamos abertos ao novo.
É lógico que aprender a patinar não é meu grande objetivo para 2015, o que eu desejo é bem mais abrangente, diríamos (rs). Mas a mensagem que quero deixar é que precisamos inovar, movimentar positivamente todas as áreas da nossa vida para que nossos grandes objetivos sejam alcançados. 
Ótima semana a todos!



quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

A Síndrome do Retorno das Férias - sim, ela existe...

Tirar férias (ou recesso) é muito bom, mas retornar à rotina após o período de desligamento é um desafio!
E entender que isso é perfeitamente normal ajuda muito.
É a chamada "Síndrome de Retorno das Férias" ou “Síndrome Pós-férias” ou ainda “Depressão Pós-férias”, quando temos aquela sensação de desânimo, de não saber por onde começar, aquela vontade de não precisar trabalhar.
Isso acontece porque, quando realmente saímos de férias, mudamos nossas rotinas e focos, então é natural que haja certo choque na hora de voltar ao que era antes.
A readaptação depende de cada pessoa. Uns demoram um pouco, outros se enquadram mais rapidamente.
De qualquer forma, algumas atitudes podem ajudar a lidar melhor com isso:

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Solte o caldeirão que lhe queima!

“Um grande urso, vagando pela floresta, percebeu que um acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto. E quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra o seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele a apertava contra o seu corpo e ainda mais alto rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e o seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo”.

Muitas vezes, abraçamos coisas que nos machucam e ainda achamos que elas são essenciais, sem perceber que isso pode estar destruindo nossa qualidade de vida.
Muitas atitudes (ou falta delas) podem estar contribuindo para a morte de nossos sonhos e ideais.
O importante é não cair na ilusão de que sempre os outros são culpados por nossa insatisfação. Hábito muito comum na vida em sociedade, colocar a culpa nos outros é muito mais fácil, porém não resolve nada.
Soltar a “panela quente” pode não ser fácil, mas viver bem requer esforço próprio e atitudes concretas. E ninguém pode fazer isso por você!


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Enquanto muitos reclamam, eu amo! E você?

"Enquanto muitos reclamam, eu amo...
Eu amo saber que tenho que levantar cedo e ir trabalhar, que tenho muitos compromissos me aguardando, que tenho muitas coisas para aprender e também para ensinar...
Amo saber que estou com saúde, que posso lutar e construir a cada dia a minha história...
Amo saber que muitos desafios inevitavelmente vão surgir...
Amo ser útil a alguém... E que ninguém passe por mim sem sair um tiquinho melhor!

Mas, acima de tudo, amo ser útil a mim mesma!
Pois somente me amando incondicionalmente poderei construir a realidade que tanto desejo!

Ame-se!"
Uma semana iluminada a todos!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Um Ano realmente Novo!

Sabe aquelas lindas frases que ouvimos sempre? Tipo... Se quer um mundo diferente, comece por você... Seja a mudança que você deseja ver no mundo... Não espere resultados diferentes mantendo velhas atitudes...
Pois é... Elas são motivadoras, soam bem aos ouvidos e ao cérebro, mas, assim que voltamos a atenção à nossa realidade, elas ficam vazias, não sabemos onde e como encaixá-las. E sabe por quê?
Porque temos em mente a mudança como algo grandioso, diria até milagroso.
Temos arraigada a cultura da transferência de responsabilidades, depositamos nossos sonhos e alegrias (vindouras, é claro) em algo externo, fruto da ação de um ser superior ou alguma coisa maior, misteriosa e inexplicável, mas que tem o controle remoto das nossas vidas.
E aí o que mais observamos são seres infelizes, andando em círculos, num muro de lamentações sem fim, com muitas reclamações e quase nada (para não dizer nada) de soluções.
Não, a mudança que você tanto deseja não depende de dinheiro, nem de Deus, nem do seu companheiro (ou companheira).
A mudança que você tanto deseja, o fim do seu sofrimento (seja ele financeiro, amoroso, profissional, social...) depende única e exclusivamente de você.
Neste momento, você pode estar pensando em parar de ler este artigo, afinal você já leu tantas coisas assim, né? Essa que vos escreve é só mais uma com seu blá-blá-blá. Eu também já pensei isso um dia, até praticar realmente essa mudança tão falada.
E a gente só consegue colocar em prática as frases lá de cima entendendo que a mudança não precisa ser grandiosa e milagrosa, mas sim de pequenas atitudes.
Comece pelo pensamento, treinando-o para o que é positivo e alegre;
Abandone notícias, pessoas e ambientes negativos;
Não fale sobre seus aborrecimentos;
Procure enxergar os fatos sob seus aspectos melhores (sempre há um lado bom);
Pratique um gesto de gentileza com um desconhecido;
Faça algo novo todos os dias, algo que você nunca fez (prove outros sabores, use outras cores, vá por outros caminhos...);
Coloque-se em primeiro lugar na sua vida!
O que você deseja para este ano? Seja lá o que for, não vai cair do céu. Depende de você, das suas escolhas, das suas atitudes!
Faça o Ano ser Novo todos os dias!
Abraço fraterno!


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Nunca é tarde para começar, recomeçar, mudar, tentar...

Uma das reflexões que mais me animam na vida é saber que nunca é tarde!
Nunca é tarde para mudar de rumo, redescobrir-se, começar algum projeto ou inverter totalmente o destino do que está em andamento...
Nunca é tarde para estudar, para aprender, para ensinar...
Nunca é tarde para amar, para descobrir novos amores, para se encantar...
Nunca é tarde para ser feliz, para dar um basta em momentos ruins, para sorrir e também para chorar...
Mas é preciso ter coragem!
Coragem para não se contaminar por quem não acredita, por quem vive no comodismo e no conformismo...
Coragem para enfrentar os desafios, para dizer "não" ao que não traz felicidade...
Coragem para arcar com as consequências das próprias escolhas...
Coragem para fazer o que for necessário, e não apenas o que for prazeroso.
Já me perdi em ilusões, fiz escolhas erradas, quebrei a cara tantas vezes...
Fui injustiçada, passada para trás, até humilhada...
Nem sei quantas vezes o mundo bateu a porta na minha face, quantos foras levei, quantas vezes chorei...
O mundo nos julga por aparências que nem sempre refletem as dores de cada dia.

Mas eu prefiro assim: uma vida de sorrisos e lágrimas, vitórias e derrotas, ilusões e realidades!
Quero viver, lutar, sonhar, amar e ser amada... E que ninguém passe por mim sem sair um pouquinho melhor...
Meu objetivo final pode ser traduzido pelas sábias palavras de Adélia Maria Woellner:
"Não fui pedra; preferi ser semente.
Registros, rastros, marcas já deixei.
Nesta vida, não fui indiferente, 
nem apenas só passei por aqui.
Chorei, sorri, cantei, sofri, amei...
Por isso é que posso dizer: vivi!" 


 


quarta-feira, 5 de março de 2014

As três saídas para um problema

   Vocês já devem ter lido ou ouvido aquela história do pontinho preto, mas ela é sempre oportuna.  É mais ou menos assim: um professor foi aplicar uma prova de redação e entregou aos alunos uma folha com um ponto preto no centro. A maioria esmagadora (para não dizer todos) escreveu sobre o ponto preto. A parte branca não foi mencionada.
   E é assim com as pessoas em geral: a maioria coloca o foco nos aspectos negativos, deixando de observar e aproveitar tantas coisas boas que estão por aí.
   Ficar falando sobre notícias ruins, ficar vidrado em fatos sensacionalistas, colocar o foco nas doenças, reclamar da vida, pensar negativamente... Tudo isso interfere (e muito) na saúde e na qualidade de vida.
   Costumo falar que, se a situação está ruim, há três alternativas para melhorar:
1- Seja proativo, faça alguma coisa para reverter,  para mudar a condição desfavorável;2- Se não for possível fazer nada, se tudo estiver fora do seu alcance, mude seu jeito de olhar para a situação desagradável, mude seu pensamento, seu foco e seus paradigmas;
3- Se não for possível fazer alguma coisa nem mudar o jeito de olhar para a situação, PARE DE RECLAMAR. Só o fato de parar de reclamar já é um passo enorme para que as coisas comecem a se ajeitar.
 
   
                                         


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Quando me perdi de mim...

"Quando me perdi de mim,
A vida ficou cinza,
O vazio no peito aumentou,
Um abismo abriu-se sob meus pés,
O fundo do poço chegou.
Quanto mais eu cavava, mais afundava,
Mais me perdia, mais distante de mim ficava..."

Esse trecho, de autor desconhecido, reflete bem o tamanho da tristeza que se instala na alma quando se perde a própria essência.
Passar por momentos difíceis faz parte da nossa condição humana. A diferença está na forma de enfrentamento das situações.Quando chegamos ao chamado"fundo do poço", a primeira atitude é "parar de cavar", ou seja, silenciar o coração, deixar de exigir de si mesmo soluções rápidas ou uma felicidade artificial.
Deixe fluir, não tente controlar!
O resgate da própria essência vem com o autoperdão, com o fazer coisas que promovem bem-estar, independentemente da aprovação alheia.
O reencontro com os objetivos de vida vai fazendo com que o reflexo no espelho vá ficando mais nítido, iluminado pelo retorno do brilho no olhar.
E isso tem a ver com colocar o foco da sua vida em você, nos seus propósitos, no que lhe faz bem.
Isso não é fácil nem rápido, mas é um grande aprendizado.
Um lição que nos mostra que a felicidade diz adeus quando abandonamos nossa vida própria por algo ou alguém. E que não há ninguém mais desinteressante do que quem não tem vida própria!
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã...